sábado, 31 de outubro de 2009

RELATO DA 9ª E 10ª OFICINA

Dia 14 de outubro de 2009, realizamos mais duas oficinas do Gestar, no Instituto Estadual de Educação Maria Cristina.
A cada novo encontro, a nossa professora formadora Daiana nos surpreende com vídeos, mensagens, sugestões de atividades e também retoma os aspectos teóricos trabalhados nos TPs.
O Gestar está sendo realmente muito produtivo, pois os alunos têm gostado muito do trabalho que estamos colocando em prática na sala de aula.
Sou uma pessoa que adora novidades e procura estar sempre trazendo coisas novas para as turmas com as quais trabalho. Meu lema: “Hoje melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje!” e posso dizer, com toda certeza, que este programa veio somar na minha vida!!!!

Bom, depois desses comentários, vou relatar o que aconteceu durante essas oficinas.

Inicialmente fomos levadas a refletir sobre nossa vida, por meio de um texto do poeta Pablo Neruda, que diz:
“Morre lentamente quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor ou
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão e
seu redemoinho de emoções,
justamente os que resgatam o brilho dos olhos e
os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz
com o seu trabalho,
ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite,
pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos...
Viva hoje!
Arrisque hoje!
Faça hoje!
Não deixe de morrer lentamente!
Não se esqueça de SER FELIZ!”
Refletimos sobre a mensagem, refletimos sobre a nossa Vida e as atitudes que tomamos diante dela.
“Viver é um grande desafio, portanto, não podemos simplesmente deixar que nossa vida passe como areia pelos dedos de nossas mãos!”

Em seguida, fizemos uma dinâmica do complemento, a partir de versos de poesias precisamos encontrar o verso que fechava com o nosso e depois fomos desafiadas a produzir um texto empregando as palavras presentes no fragmento de poesia formado.

Os nossos versos eram:
“Eu sou um pé sem sapato,
Eu sou o sapato do seu pé!”

Os textos foram tão legais e divertidos que além do texto produzido por mim e pela Márcia T., vou trazer os textos das colegas.


Eu sou o sapato do seu pé...

Eu te levarei porlugares incríveis...

Serei seu companheiroDe todas as horas...

Comigo você sempreEstará seguro...

Comigo você sempre estará na MODA.

Sapatos LUMA


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Classificados poéticos


Troca-se óculos sem lentes, com armação em excelente estado, por um par de lentes que permita ver as coisas belas davida. Preciso com urgência que essa troca se realize antes que o tempo passe e eu seja absorvida pela feiúra que nos cerca. Interessados. Entrar em contato pelo telefone 99072156, ou na rua da miopia, sem número.

(Soni e Rosane)
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Eu sou uma cabeça sem pescoçoEu sou o pescoço da sua cabeça.Eu sou uma camisa sem botãoEu sou o botão de suacamisa.Toda cabeçaE todo pescoçoMerecem uma camisa com botão.Use a camisa da POOL!A camisa que vai entrar na sua cabeça!

(Isolde e Márica H. )
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Mala sem alça
Mala sem alça
Alça sem mala.
Você é uma mala
Você não tem alça.
Mala sem alça
Mala difícil de carregar.
Você é uma mala
Mala sem alça.
Mala que não me acompanha
Que fica para trás.
Mala sem alça
Não quero para mim.
(Nair, Lisete e Simone)


Neste dia, revimos a teoria sobre Argumentação e linguagem; Produção Textual: Planejamento e Escrita. Trabalhamos as Unidades 21 e 22.

A discussão foi iniciada com a seguinte frase: “Toda linguagem é ideológica porque, ao refletir a realidade, ela necessariamente a refrata”. Santaella (1996)

Por trás de todo ato comunicativo há persuasão!
Nossa própria existência de seres humanos é moldada pela nossa capacidade de agir pela linguagem, pois distinguimo-nos de outras espécies animais porque somos capazes de nos constituir humanos pelo exercício da faculdade da linguagem.
Assim, cada cultura organiza historicamente seus códigos de comunicação, seja na formação de seu vocabulário e estruturação sintática e semântica, seja na adequação dos textos às situações sóciocomunicativas.
É pela linguagem que organizamos o saber, a vida.
Pela linguagem agimos sobre nossos pares e sobre o mundo.
Por isso, todos os seres humanos são, ao mesmo tempo, origem e produto da linguagem, origem e produto da história que nos leva a construir formas de comunicação e de atuação específicas.
Visto nessa perspectiva, todo uso da linguagem é argumentativo, pois estabelece uma interação com o outro, uma relação de fazer social.
Toda linguagem é, assim, um processo sempre em movimento.
Para analisar a importância da linguagem verbal e não-verbal na construção da argumentação realizamos a atividade da página 17 do TP6.

Outra atividade realizada foi a organização e defesa de idéias do AAA6 página 17.

Trabalhamos também o texto “ Os parentes” do TP6 (p.44) “As diferentes pistas do texto” do AAA6 (p.33).

Para nos motivar ainda mais, a professora formadora Daiana trouxe uma música maravilhosa “Deus e Eu no Sertão” de Vitor e Leo.

É muito interessante perceber o quanto fazer uma pequena parada para descontrair durante o trabalho torna o trabalho subseqüente muito mais produtivo, pode-se dizer que renovamos as forças com qualquer atividade lúdica, além de estimular a nossa inteligência e criatividade.

Retomamos a teoria sobre a produção textual: planejamento e escrita.
A professora enfatizou que um bom planejamento possibilita o desenvolvimento e o aprendizado do aluno em direção à sua autonomia. Portanto, quando modelamos ou mesmo damos exemplos para o aluno a partir de nossa experiência pessoal, esperamos que isto sirva de alavanca para a sua criatividade, oferecendo alternativas às estratégias que já conhece.

A partir do texto “A primeira cartilha” de Moacyr Scliar, cada um produziu um texto retratando uma experiência engraçada ou relevante de sua vida de estudante ou uma história sobre sua vida de educador.

Outra atividade, muito interessante desenvolvida foi a do TP6, página 219, a partir da qual tivemos que dar continuidade ao texto “Espírito Carnavalesco”, fazer as anotações do planejamento para escrevê-lo, socializar e fazer um planejamento sobre a utilização desse texto em sala de aula com os alunos.

A nossa continuação ficou assim:
a) Continuação do texto.

- Mas será que eles vão aceitar meus argumentos?
- Não sei, mas alguma atitude precisamos tomar.

Então ele dirigiu-se ao pavilhão para conversar com o presidente da escola.Porém, ao chegar lá e assistir o ensaio, ficou empolgado com a animação dos componentes, sendo que os mesmos o convidaram para participar e fazer parte do bloco.A princípio ficou em dúvida, mas aos poucos foi se envolvendo e sem perceber já estava contagiado pelo espírito carnavalesco.Enquanto isso, a esposa caminhava de um lado para outro em casa, tapando os ouvidos e aguardando o retorno do marido, com a questão solucionada. A impaciência era tanta, que decidiu ir ver o que estava acontecendo. Para sua surpresa, avistou o marido entre os integrantes da escola. Ao avistá-la, o marido, pega ela pela mão arrastando-a para a folia.

b) Planejamento – como trabalhar o texto em sala de aula.

Distribuir uma cópia do texto para os alunos.
Leitura silenciosa do texto.
Em grupo, tecer comentários sobre o texto e refletir sobre a temática abordada.
Produzir um final para o texto.
Desafiar os alunos a confeccionarem uma máscara carnavalesca.
Estimular os alunos a pesquisarem músicas carnavalescas e coreografias.
Apresentação das coreografias escolhidas pelos grupos ao som de músicas carnavalescas.
Socialização final.

À tarde, continuamos “gestando”...

A motivação da tarde foi a história “Catador de pensamentos”, ADOREI!!!!!
Retomamos algumas questões teóricas pertinentes ao processo de produção textual: revisão e edição e a literatura para os adolescentes.

Produzir textos escritos é um ato complexo, pois envolve o desenvolvimento da capacidade de coordenar e integrar operações de vários níveis e conhecimentos diversos: linguísticos, cognitivos e sociais.

O escritor se depara com a necessidade de gerar e selecionar e organizar linguísticamente idéias e conteúdos.

O planejamento textual deve levar em conta, na elaboração do texto: o destinatário e o objetivo (macroplanejamento) e a organização que deve levar ao texto na sua forma final (microplanejamento).

A revisão dos textos (ou releitura) durante a produção ou depois do texto terminado, é “Um tal processo que parece exigir de parte do autor uma capacidade de se distanciar em relação aos seus escritos”.

Para melhor produzir um texto, pode-se observar algumas etapas a serem seguidas. Essas etapas não são obrigatórias nem, necessariamente, sequenciais e lineares, mas dependem das circunstâncias dos objetivos e da audiência:
Geração de idéias;
Consulta;
Seleção e decisão;
Rascunho;
Revisão;
Edição final.

PENSAR ANTES E DURANTE O ATO DE ESCREVER...

É muito importante mostrar para o nosso aluno que o escritor experiente pensa antes de escrever e durante o ato da escrita. Durante uma produção coleteiva é uma boa oportunidade para o professor exemplificar isso.


Produzir texto é agir lingüisticamente (selecionar o que vai ser dito, ativando os conhecimentos prévios ou pesquisando em outras fontes; organizar os conteúdos numa seqüência; selecionar vocabulário, sentenças...Conhecer o gênero textual a ser escrito (forma e função).

Estimular a escrita espontânea e refletir sobre a língua (permitir que os alunos escrevam exatamente do jeito que sabem, dando alguma ajuda quando necessário e num momento posterior refletir sobre o escrito).

LER se aprende LENDO E ESCREVER se aprende ESCREVENDO!!!

Não se aprende escrever num passe de mágica é preciso praticar!!!!!

É preciso que o aprendiz se torne leitor e escritor mesmo antes de poder executar essas tarefas com independência.

Realizamos as atividades das páginas 80 e 88: ”Avaliação, revisão e reescrita” e “como preparar um texto para edição”.
Em seguida, refletimos sobre a literatura para adolescentes, visto que, a literatura é uma possibilidade especial do desenvolvimento, da interpretação, que vai além do conhecimento de dados e da simples informação.

A literatura nos permite desvendar o mundo e a vida a partir da expressão do outro. Como afirma José Paulo Paes: “...a arte, a ficção, amplia a nossa humanidade!!!”.

Para descontrair e nos emocionar ouvimos a música “Eu não sei parar de te olhar”, de Ana Carolina.

Muitas vezes não damos o devido valor ao “olhar”, dizemos muitas coisas com um simples olhar!!!! Brincando com o dito popular “Um olhar, diz mais que mil palavras!”

Depois de nos emocionar, trabalhamos mais um pouco revendo o AAA6 e socializando atividades que julgamos serem interessantes para trabalhar com os alunos.
Abrindo parênteses, na verdade, todo o material do Gestar é muito interessante e não encontrei nenhuma atividade que não seja interessante, a nossa maior dificuldade é tempo para poder desenvolvê-las, em sala de aula.

Após socializarmos os Avançando na prática das Unidades 21, 22, 23 e 24.

Fomos visitar a Biblioteca da escola para escolher um livro de literatura infanto-juvenilpara fazer a atividade do TP6 p. 222 (Preparar a apresentação de uma obra literária para a turma a fim de motivá-las a leitura).

NA BIBLIOTECA, NOS SENTIMOS EM CASA!!!!




















Eu, a professora Márcia H e a professora Isolde escolhemos a obra: “ Um Botão Negro, Outro Branco” de Beto Bevilácqua. E esta é a nossa Proposta:


Motivação:
1) Apresentar o título do livro para os alunos e pedir que façam inferências a respeito do mesmo.
2) Apresentar a capa do livro e questionar se o conceito ou as idéias que tinham levantado anteriormente se mantém ou mudaram.
3)Tendo em vista as análises anteriores, questionar sobre qual será o principal conflito da narrativa (Deixar os alunos apresentarem suas hipóteses).
4)Apresentar rapidamente o assunto que será tratado no livro, eu é o problema do preconceito racial presente na sociedade brasileira, tendo como pano de fundo a escola e o namoro incompreendido e hostilizado de uma menina branca (Maria) com um menino negro (João Pedro).

A proposta das colegas também ficou muito interessante:

Rosane, Soni e Simone.



Obra escolhida: “O Fantástico Mistério de Feiurinha” de Pedro Bandeira.

Motivação:
1) Conversar com a turma a respeito dos contos maravilhosos que eles conhecem.
2) Chamar a atenção para a estrutura dos contos: Como são as personagens, como as histórias costumam terminar; Fazer o questionamento: Que tal ler uma história que promove o encontro de várias personagens dos contos maravilhosos? Vocês sabem o que acontece depois de “viveram felizes para sempre”? Vamos ver o que nos conta a obra de Pedro Bandeira “O fantástico mistério de Feiurinha”.



Márcia T., Lisete e Nair.



Obra escolhida: “Tarzan Minhoca” de Jéferson Assunção.

Motivação:
1) Fazer a dinâmica “Quem sou”.
2) Montar um painel com as características da vida de cada aluno, e que muitas vezes não são aceitas pelo grupo.
3) Leitura do início da obra, salientando aos alunos que a personagem da história, também tem suas características próprias, que o deixam com a autoestima baixa.
4) Leitura do restante da obra pelos alunos.
5) Em grupo relacionar o tema da obra com a realidade que os alunos enfrentam no seu cotidiano.
6) Salientar a importância da valorização dos aspectos físicos e psicológicos de cada um, pois nem sempre o físico é fundamental, precisa-se também do psicológico.O encontro foi finalizado com encaminhamento das atividades à distância e apresentação da mensagem “Deficiências” de Mário Quintana.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Avançando na prática Unidade 19


PRODUZINDO HISTÓRIAS MALUCAS!!!!
No dia 17 de agosto de 2009, apliquei a atividade do TP5, com o objetivo de estimular os alunos a produzirem um texto narrativo - gênero história.
Foram distribuídos papéis e cartelas no tamanho de 1/4 de uma folha de ofício. Em cada papél os alunos deveriam escrever uma resposta para cada uma das perguntas:
1) O que aconteceu?
2) Onde aconteceu?
3) Quando aconteceu?
4) Quem foram os envolvidos?
5) Qual foi o desfecho da história?
Todas as respsotas foram colocadas em caixas separadas. Depois cada aluno retirava, por sorteio, uma das respostas de cada caixa, ficando assim com 5 respostas diferentes dadas às perguntas.
De posse das respostas, cada aluno, que agora não possuia mais as informações escritas por ele na primeira fase da atividade, teve que produzir uma história que fizesse sentido com os "pedaços" de história que recebeu, observando os mecanismos de coesão.
Essa atividade foi muito legal, todos os alunos queriam compartilhar com os outros suas respostas, também divulgamos no jornal mural o texto de alguns alunos.
Posto aqui, algumas histórias malucas para vocês!
O casamento

Segunda-feira passada, em Três Passos, aconteceu um casamento entre a Lacraia e o Tiririca, depois da cerimônia religiosa teve muita festa.
Quando a noiva entrou na igreja, todos pasmaram, pois ela estava de vestido azul com detalhes pretos, as madrinhas gostaram então elas sorriram.
Lacraia e Tiririca viveram felizes para sempre!

Maiara da Rosa- 8ª série

Coisas de Florentina

- Ah! vida, ah! triste vida! Por que aconteceu isso logo comigo? Disse Florentina de Jesus.
- O que foi Flor? Por que todo esse escândalo?
- Há mamãe, quebrou minha unha e isso é grave mamãe!
- Calma Flor! Como aconteceu?
- Aqui em casa, e calma nada mamãe, em pleno sábado de sol eu iria sair com o Tiririca, mas com uma unha quebrada eu não vou!
Toca o telefone
- Trim... Trim...
- Flor telefone pra você.
- Oi...
- Oi Flor sou eu Tiririca.
- Oi Tiririca.
- Flor posso passar aí pegar você?
- Tiririca eu não vou sair estou com um problema grave!
- Flor, o que aconteceu? Você tá chorando?
- Ai! Tiririca minha unha quebrou!
- Flor você tá brincando, né?
- Não! É verdade!
- Ah, da licença, mulher escandalosa comigo não! Detesto piti de Patricinha! Tchau Flor!
- Não desliga! Por favor, não desliga!
Tu, tu, tu, tu...
- Ah não, perdi o jogo e tive que te ver partir!
Buááá, Buááá...
E pensar que tudo poderia ser resolvido com uma unha postiça!
- Ah não!!!

Larissa Steiger- 8ª série

O DESASTRE
ERA UMA VEZ UM HOMEM CHAMADO HENRIQUE. ELE GOSTAVA DE UMA MENINA CHAMADA MELISSA, QUE ERA SUA VIZINHA. NO ENTANTO, ELA NÃO SABIA QUE ELE GOSTAVA DELA. E SABE O QUE ACONTECEU?
TODO DIA À NOITE. ELE SUBIA BEM NO ALTO DE UMA ÁRVORE PARA FICAR VIGIANDO-A LÁ DE CIMA.MAS HAVIA UM PROBLEMA, A ÁRVORE ERA NO PÁTIO DA SUA NAMORADA CHAMADA LAIS.HENRIQUE VIGIAVA SUA VIZINHA, PORQUE ERA DELA QUE ELE GOSTAVA.SÓ QUE NAQUELA NOITE, ELE SUBIU NO ALTO DA ÁRVORE PARA FICAR ADIMIRANDO MELISSA. MAS DE REPENTE APARECEU UM GAMBÁ, DO QUAL ELE TINHA MUITO MEDO, SE ASSUSTOU E CAIU.E ELE DISSE BAIXINHO:
- UFÁ, FOI POR POUCO QUE LAIS NÃO ME VIU!
MAS A SURPRESA DELE FOI, QUE MELISSA JÁ ESTAVA LÁ EMBAIXO ESPERANDO SEU NAMORADO. AFINAL DE CONTAS ERA, EM SUA CASA! ENTÃO ELA GRITOU:
-HENRIQUE, NÃO ACREDITO QUE VOCÊ ESTÁ VIGIANDO A NOSSA VIZINHA! JUSTAMENTE A ESSA HORA DA TARDE! APOSTO QUE VOCE NEM SE LEMBRA QUE DIA É HOJE. HOJE, FAZ UM ANO QUE NOS CONHECEMOS!!!!
HENRIQUE FICOU ARRASADO. MAS NÃO TINHA MAIS O QUE FAZER. CONTOU A VERDADE E ACABOU O NAMORO.

Aluno Djhon Paulo Jhon – 8ª Série

domingo, 9 de agosto de 2009

RELATO DA 7ª E 8ª OFICINA

No dia 03 de agosto de 2009, realizamos mais dois encontros do Gestar II. Inicialmente a professora formadora Daiana colocou uma música orquestrada maravilhosa “Vangele Hymne” com imagens fantásticas, retratando paisagens belíssimas. Num segundo momento, fomos desafiadas a refletir sobre algumas questões na Dinâmica da lista:
1. Faça uma lista de 10 grandes amigos que você tinha a 10 anos atrás..
a) Refaça esta lista com os nomes dos amigos que hoje você ainda vê.
2. Faça uma lista de 5 sonhos que você tinha a 5 anos atrás.
a) Refaça esta lista escrevendo os sonhos que já realizou.
b) Escreva 5 sonhos que você quer realizar daqui a 10 anos.
3. Faça uma lista de 10 coisas que você considera fútil e vulgar.
a) Refaça a lista colocando 10 valores imprescindíveis atualmente.
4. Faça uma lista de 5 alunos que você traz na memória, mas não estão presentes no cotidiano.
a) Refaça a lista com o nome de 5 alunos que deixarão saudades.
5. Faça uma lista de 10 colegas professores que começaram a trabalhar quando você começou.
a) Refaça a lista escrevendo o nome dos professores que continuam lutando pelo magistério.
Esta dinâmica foi muito interessante, pois nos permitiu refletir sobre os valores que estão norteando a nossa vida, bem como do quanto é importante manter boas e duradouras amizades.
A reflexão sobre a dinâmica foi complementada pela música “A Lista” de Oswaldo Montenegro.
Cada uma de nós recebeu um bilhetinho com o nome de uma colega, no qual deveríamos escrever uma mensagem para ela. A professora formadora distribuiu bombons, que fomos pegando de acordo com a nossa preferência, mas no final acabamos dando o bombom que escolhemos juntamente com a mensagem para a colega, foi um momento muito legal, que possibilitou uma maior integração entre nós.
Passamos então ao estudo do TP5. Lemos conjuntamente o texto “Cada um é cada um” de José Roberto Torero (página 15). Comentamos sobre o estilo de cada um, as diferenças, o que é estilo e o que é variante linguística.
A diferença entre estilo e variante linguística está na intenção do indivíduo no momento da fala. Se esta contém uma carga de expressividade, porque o falante deseja manifestar ou transmitir emoção naquele ato de fala específico, esse fato é matéria da estilística. Se, ao contrário, um certo indivíduo tem como característica permanente uma forma particular de uso da língua, esse fato constitui um idioleto e pertence a linguística.
É importante perceber que a língua apresenta variações, conforme os grupos que a usam. Cada uma das variantes da língua usada por um grupo apresenta regularidades, recursos normais para aquele grupo.

Refletimos também sobre a importância da ESTILÍSTICA, que é uma das disciplinas voltada aos fenômenos da linguagem. De forma simples, é o estudo do estilo.

O estilo, por sua vez, é conceituado de várias maneiras pelos estudiosos da estilística. De modo geral, as definições consideram-no como o resultado da escolha dos recursos expressivos capazes de produzir os efeitos de sentido motivados pela emoção e afetividade do falante.
A estilística estuda os valores ligados à sonoridade, à significação e formação das palavras, à constituição da frase e do discurso.
Ao trabalhar com a estilística é muito interessante trazer alguns trava línguas, conforme foi exemplificado pela professora formadora:
“TRÊS PRATOS DE TRIGO PARA TRÊS TRISTES POBRES TIGRES”.
“NUM NINHO DE MAFAGAFOS,
SEIS MAFAGAFINHOS HÁ,
QUEM OS DESMAFAGAFIZAR
BOM DESMAFAGAFIZADOR SERÁ”.
É muito importante refletir e oportunizar esta discussão com os alunos de que também usamos do recurso dos sons da língua para expressarmos nossas emoções e afetividades. Fazendo parte desse conjunto de recursos os fonemas, os acentos, a entonação, o ritmo de sílabas, palavras ou frases.
Nesta oficina realizamos um trabalho muito legal sobre PROVÉRBIOS. Embora já tenha trabalhado com os alunos no início do ano sobre este tema, achei algumas sugestões da professora formadora interessantes, que pretendo compartilhar com meus alunos.
Refletimos também sobre a metáfora e a metonímia, que constituem importantes recursos de estilo, assim como as tonalidades emotivas das palavras, que indicam a emoção, o sentimento do falante.
Gostei muito da temática abordada no TP5, vou procurar conciliar com o conteúdo previsto nos Planos de Estudos da série, incrementando com as inúmeras atividades sugeridas.
Para trabalharmos com a coerência textual a professora encaminhou a dinâmica das 3 cores, com a seguinte ordem:
Papel amarelo – escrever um nome de uma pessoa.
Papel azul– escrever o nome de um lugar.
Papel verde– escrever um verbo no gerúndio.
Três envelopes, um para cada cor.
Depois fomos construindo narrativas orais com os elementos disponíveis, bem como fomos acrescentando outros elementos textuais.

A dimensão linguística fornece pistas para que, na leitura, seja (re)construído um mundo textual, que pode ou não coincidir com a versão que se tenha do mundo real. A coerência pode estar ligada a uma interpretação e, por isso, depende, em grande parte, das inferências que o leitor seja capaz de fazer a partir das pistas textuais e de seu conhecimento do tema e do mundo. Por isso, para o estabelecimento da coerência textual, contribuem tanto fatores linguísticos quanto aqueles ligados ao contexto situacional, os interlocutores em si, suas crenças e intenções comunicativas, além da função comunicativa do texto em si.

É muito importante perceber que a coerência não é uma questão de tudo ou nada, mas de gradação de possibilidades. Com o domínio de habilidades de leitura desenvolve-se a consciência para as estratégias que utilizamos na apreensão dessas pistas. Assim, torna-se importante o equilíbrio entre as informações que já são do conhecimento prévio do leitor e as informações novas que o texto pretende trazer.

Para complementar o estudo da coerência realizamos a leitura do texto página 57 – AAA5, versão professor e o completamos, bem como realizamos a Atividade da página 62 (Texto 2). Estas atividades foram muito interessantes e servem de sugestão para trabalharmos com nossos alunos.
Um momento sempre muito significativo dos nossos encontros é quando cada cursista apresenta o Relato do avançando na prática aplicado com seus alunos.
Para esta oficina não conseguimos aplicar todas as práticas pretendidas, em virtude da suspensão das aulas por motivo da gripe A, mas o que foi trabalhado foi muito interessante.

Para descontrair e também refletir sobre o emprego da língua padrão, assistimos o vídeo “Assalto com cultura”.

Além da coerência, refletimos bastante sobre a coesão textual, que se refere às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto.

“Enquanto a coerência textual se constrói na relação entre o texto e seu contexto, a coesão se constrói na interrelação entre as partes do texto, fazendo dele um todo significativo. Por isso, a coesão textual é solidária a coerência”.

Para trabalhar a coerência e a coesão textual, uma atividade muito legal foi a sugestão da produção da História maluca, a qual foi sendo construída a partir dos objetos apresentados pela professora, de forma que ficasse coesa e coerente.
“As Aventuras de Aninha.

A menina do vestido verde tinha belas tranças douradas. Carregava consigo uma cesta de flores do campo, que havia colhido.
Para sua surpresa, uma de suas tranças começou a desfazer-se, pois havia perdido o grampo.
Voltando para casa encontrou um porta moedas. Abriu-o e verificou que estava cheio de moedas. Pensou: “Se não aparecer o dono, vou comprar um grampo e um desodorante roll-on de erva doce da Natura”.
Ansiosa para contar o que havia acontecido a sua mãe, saiu correndo e durante o percurso acabou perdendo o seu brinco.
Chegando em casa, a sua mãe esperava apreensiva na porta, com um olhar questionador e algo escondido em suas mãos.
A menina que estava louca para contar o acontecido para a mãe, acaba vencida pela curiosidade e perante acena pergunta:
- O que tens aí escondido?
Sua mãe mostra o convite para uma festa de aniversário, juntamente com o presente que havia comprado, um creme hidratante para crianças.
O dia da festa chegou. Aninha lembrou-se de levar a câmera digital para registrar os melhores momentos. Como a festa era na beira dapraia, deparou-se com belas conchas do mar, as quais foi recolhendo. Colocou-as em sacos plásticos e fechou-os com clips.
A festa estava animadíssima com o rádio sintonizado na Rádio Alto Uruguai FM. Porém, alguns preferiram ir para perto do mar e jogar bola.”

Outra sugestão de atividade interessante foi a análise de um texto publicitário, proposta na Oficina 9 da Unidade 18, que resultou no texto a seguir:

“O texto enfoca a preocupação com as práticas sociais e ambientais. Ao mesmo tempo gera riquezas e preserva o patrimônio dos brasileiros. Faz uma intertextualidade entre a linguagem verbal e não-verbal, pelas cores e imagens que apresenta. As cores presentes no texto são as mesmas da nossa bandeira brasileira, símbolo do nosso país, dando abertura para que possamos fazer a leitura de que a empresa também brasileira e, portanto, símbolo nacional. Um dos efeitos pretendidos é mostrar que é justamente por preservar o ambiente que ela se destaca. Portanto, é um texto publicitário que usa com propriedade a linguagem verbal e não-verbal para garantir a construção da coerência textual e alcançar os efeitos de sentidos pretendidos, dentre esses o de que a empresa está se tornando cada vez mais brasileira, por estar preocupada com o país como um todo”.

Embora as relações lógicas sejam operações de raciocínio lógico expressas linguisticamente, a organização lógica de um texto depende também da situação de interação, ou do contexto. Por isso, a escolha de como será feita essa organização corresponde sempre a uma intenção comunicativa que está incorporada ao texto.

A língua dispõe de variados recursos para marcar as relações lógicas que constituem a textualidade e funcionam como pistas para a depreensão dos implícitos. As orientações para uma correta interpretação das relações lógicas é parte das relações de coesão e coerência de um texto. Para trabalhar este aspecto, a professora formadora encaminhou a Atividade PLAT pg. 113 – AAA5 versão professor, que será muito positiva para ser aplicada em sala de aula. Além disso, realizamos a atividade de produção da página 258, construção de um texto publicitário.
“Sempre estive em suas mãos.
Rolei entre seus dedos.
Muitas vezes me senti sufocada, apertada, molhada de suor.
Me acabei de tanto ser usada.
Agora, jogas-me no lixo! Acabou.
Adeus. Vou sumir de sua vida.
A sua caneta”

Antes de finalizar o encontro assistimos um vídeo sobre as expressões idiomáticas que usamos em nosso cotidiano, expressas através da linguagem não-verbal e realizamos a Avaliação do Gestar II desenvolvido até o momento (40 horas).

AVALIAÇÃO DO GESTAR II

O Gestar é um programa que veio contribuir para a nossa prática pedagógica. Além de nos dar a fundamentação teórica, traz sugestões de atividades e oportuniza a socialização de experiências entre as cursistas que tem sido significativas para nós, bem como tem tornado nossas aulas mais interessantes e motivadas.
Os encontros foram maravilhosos, a professora formadora está muito bem preparada, procura trazer materiais atualizados e dinâmicos sobre os conteúdos de língua portuguesa, bem como estimula-nos com vídeos motivacionais e orientações pertinentes.
A recepção dos alunos quanto as práticas está sendo muito positiva. Os mesmos têm participado ativamente das atividades, têm produzido textos cada vez melhores e aguardam ansiosos por novidades. Além disso, têm acompanhado as informações postadas nos blogs e têm motivado-se a criar um blog coletivo.
O material disponibilizado pelo Gestar II traz discussões lingüísticas atuais, incentiva a leitura e a produção escrita tanto do aluno quanto do professor. Uma das maiores dificuldades enfrentadas tem sido a falta de tempo para dar conta dos TPs, fazer os relatórios, bem como aplicar todas as atividades que gostaríamos em sala de aula, até porque cada escola tem um Plano de Curso que não pode simplesmente ficar de lado.
Apesar disso, avaliamos positivamente o programa desenvolvido até aqui e esperamos continuar a nossa caminhada em busca de formação e conhecimento.

Cursistas: Luciane e Lisete.

AVANÇANDO NA PRÁTICA DA UNIDADE 17.

No dia 28 de julho de 2009, apliquei o avançando na prática da Unidade 17, página 24. Para introduzir a atividade segui as orientações e procurei fazer com os alunos um exercício de auto-observação e em seguida, aproveitando a sugestão da aluna Larissa, fizemos um amigo secreto e cada colega teria que descrever o estilo do seu amigo secreto, sendo que os demais deveriam adivinhar quem seria. Esta atividade foi muito interessante, pois permitiu aos alunos perceberem que o estilo é um conjunto de recursos expressivos usados para gerar um efeito de sentido, da forma que cada um tem o seu estilo pessoal. Esse tema também teve uma boa recepção considerando que nesta fase da vida dos alunos, estão definindo seus estilos pessoais e a sua individualidade.
Levei para sala de aula várias revistas, a partir das quais estimulei os alunos a emitirem comentários sobre o estilo das revistas, das propagandas, estilos de vestimenta das pessoas que aparecem em contextos sociais diferenciados, depois lemos o texto “Cada um é cada um” de José Roberto Torero e refletimos sobre ele. Para complementar o estudo do estilo refletimos sobre os recursos expressivos usados para gerar um efeito de sentido através da análise do poema “Trem de ferro” e da análise da sua intertextualidade com o poema de Almir Correia. Os alunos perceberam que o segundo texto é uma espécie de paródia do texto do Bandeira e acharam muito interessante a forma de composição dos versos que mantém o efeito de sentido do trem em andamento, porém agora seria a ação realizada por um homem, através da repetição da mesma ação “Tomar café”.
A partir desta atividade desafiei os alunos a produzirem poemas sobre temas e recursos de estilo diversos, que serão apresentados quando voltarmos às aulas.

domingo, 2 de agosto de 2009

AVANÇANDO NA PRÁTICA UNIDADE 14

No dia 13 de julho de 2009, levei para a sala de aula um dos poemas mais conhecidos de Carlos Drummond de Andrade, extraído de seu primeiro livro, publicado em 1930: Alguma poesia, que aborda a temática – “Cidades”.
Inicialmente conversei com os alunos sobre a época em que o poema foi escrito, o lugar onde o autor nasceu e sobre o que está falando o poema. Em seguida, desafiei os alunos a fazerem um depoimento sobre a nossa cidade e falarem de outras cidades que eles conheciam, questionando-os se desejavam conhecer ou morar em outras cidades.
Num segundo momento, passei o poema no quadro e li para a turma:
CIDADEZINHA QUALQUER

Casas entre bananeiras
mulheres entre laranjeiras
pomar amor cantar.

Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
devagar...as janelas olham.

Eta vida besta, meu Deus.

Após a leitura, questionei-os se haviam gostado ou não do poema, se acharam difícil ou não, simples ou não, etc. Os alunos em sua maioria comentaram que preferem poemas rimados, mas entenderam este poema como uma descrição de um lugar muito pacato, onde “tudo” anda devagar. Assim, para mostrar esse ambiente simples, o autor empregou com muita propriedade uma linguagem simples e um poema curto e sem enfeites, sem rima e com métrica variada.
Depois de refletirmos sobre o poema, convidei-os a fazerem uma leitura em voz alta de forma coletiva e individual, variando os ritmos e tons.
Por fim, desafiei os alunos a escreverem sobre a sua cidade, ou outra para qual adorariam ir, a partir do título “A cidade dos meus sonhos”.
Essa atividade foi muito interessante, porque alguns alunos encontraram formas diversificadas para expressar suas idéias e sentimentos, tais como paródias, poemas, descrições e outros gêneros textuais. Também foi interessante perceber, que nem todos os alunos desejam morar um uma cidade, ou pelo menos na zona urbana, um aluno, por exemplo, descreveu que seu sonho é morar em um sítio. Esta atividade permitiu que eu fosse conhecendo melhor os interesses e gostos de meus alunos.


Paródia da Música Epitáfio

Devia ter ajudado mais
Ter cuidado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter acreditado mais
E até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer

Queria ter valorizado
A cidade do meu coração
Onde fui muito feliz
Mas poderia ter vivido
Com mais emoção

:/Vejo a saudade
Me surpreender
Quando eu estou distraído/:
Quando eu estou...

Devia ter participado mais
Trabalhado mais
Para a cidade crescer
Devia ter me importando menos
Com problemas pequenos
Ter feito a vida acontecer...

Alunos Danieli e Anderson – 8ª série


A CIDADE DOS MEUS SONHOS

Para mim, a cidade, não é exatamente meu sonho, pois eu gostaria de morar no campo, com uma casa grande e bonita, ter um grande pedaço de terra para plantar, um grande açude para pescar e um riacho para tomar banho.

Queria que no meu sítio tivesse galinhas, porcos, bois, vacas e um cavalo bom.
No galpão queria ter um carro e uma moto.
Esse é o meu sonho, o de morar no campo!

Aluno John Alan Dresch – 8ª série

APRESENTAÇÃO DOS AMBIENTES LETRADOS PELOS ALUNOS DA 8ª SÉRIE









RELATO DO AVANÇANDO NA PRÁTICA DA UNIDADE 13

No dia 06 de julho de 2009, procurei refletir com os alunos sobre os usos sociais e as funções da escrita no cotidiano, considerando que vivemos cercados por diferentes modos de organização da informação na escrita: em casa, no comércio, na escola, nas revistas, nos livros que lemos, nas ruas, etc. Desta forma, refletimos sobre o termo letramento que se refere aos modos como a escrita se apresenta na sociedade, seus usos e as funções que ela exerce nas diferentes situações comunicativas em que é utilizada coletiva e pessoalmente.
Percebemos, portanto, que é importantíssimo observar o ambiente letrado para que possamos entender as práticas da cultura escrita e transformar os nossos conhecimentos.
Neste dia dividi a turma em grupos de 4 ou 5 membros e dei como tarefa para cada grupo escolher um ambiente letrado para coletar informações sobre os usos da escrita no ambiente designado. Além disso, cada grupo deveria organizar as informações em um cartaz para socializar com a turma.
No dia 07 de julho de 2009, cada grupo apresentou para a turma seus achados. Durante a apresentação oral, fomos refletindo sobre as construções textuais, frases e termos utilizados, elementos verbais e não-verbais e a pontuação utilizada.
Os alunos foram muito criativos e procuraram visitar os mais diferentes ambientes, tais como posto de saúde, igrejas, Brigada Militar, a escola, até mesmo o cemitério. Os cartazes elaborados passaram a compor o ambiente letrado da sala de aula.
Foi uma atividade muito produtiva e interessante, que despertou o interesse e a participação dos alunos, possibilitando-nos refletir sobre a linguagem e os diferentes usos e funções da escrita de forma prazerosa, observando o meio em que vivemos.